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Eleições devem elevar cotação do dólar a partir de abril

01/02/2010 - 15:55

O dólar registrou alta de 8,7% em janeiro: começou o ano em R$ 1,72 e encerrou o mês a R$ 1,87, de acordo com dados do Banco Central. Analistas de mercado atribuem a alta a fatores externos relacionados à crise na economia mundial, além de um desempenho ruim da balança comercial brasileira ao longo do período.

Apesar de já correr pelos bastidores e nas páginas de todos os jornais, a campanha eleitoral parece não ter influenciado diretamente a cotação da moeda norte-americana. No entanto, a expectativa é que isso aconteça a partir de abril, quando os candidatos saírem de seus cargos para disputar oficialmente a presidência da República.

"Quando os candidatos saírem dos cargos para disputar a eleição, isso poderá influenciar", explica André Sacconato, analista de mercado da Consultoria Tendências. "Nós imaginamos que isso pode elevar o câmbio para até R$ 1,95. Mas só em abril, quando o debate ficar mais intenso", acrescenta.

O operador-sênior da TOV Corretora, Gustavo Santos, também vê chances de a corrida eleitoral afetar a taxa, mas diminui sua importância. "Será uma influência pequena, não grande", avalia. "Não é isso que vai definir se o dólar vai subir mais ou menos".

Na avaliação do economista-chefe da Pioneer Corretora, João Medeiros, a alta do dólar em janeiro pode ser explicada pela aversão ao risco. "Principalmente na área externa", diz.

"A indefinição sobre a regulamentação dos bancos americanos; a situação na Europa, com Grécia, Espanha, Itália, Portugal e Irlanda em situação complicada, e a recessao no Japão", opina Medeiros. "Não acho que seja o efeito Dilma".

"Internamente, os últimos números de conta corrente assustaram um pouco o mercado", avalia Sacconato. Ele menciona a balança comercial brasileira, que em janeiro registrou déficit de US$ 166 milhões - o primeiro resultado negativo em um ano.

"Também há vários fatores externos, como o problema fiscal de alguns países na Europa, os primeiros anúncios de conteção de crédito do governo chinês e a repercussão do plano (de cobrança de impostos) de Obama para os bancos dos Estados Unidos", diz.

Fonte: Terra

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